Sabotadores Financeiros – Síndrome de Avestruz

Se eu te perguntasse: como andam as finanças? Você me responderia que está tudo bem? Essa resposta seria honesta, ou só uma maneira de desviar o foco para não encarar o mal estar que você sente só de pensar em controlar seu orçamento?

Olá, Protagonista, estamos falando de sabotadores financeiros e hoje eu trouxe um assunto que tem uma das grandes chaves para que você se torne uma pessoa próspera na sua relação com o dinheiro e com tudo o que você pode conquistar se encarar algumas dores de frente. Vamos falar a respeito da síndrome de avestruz.

Nos desenhos animados, essa ave enfia a cabeça no buraco sempre que se sente insegura ou amedrontada. Trazendo isso para o mundo real, no aspecto de comportamentos financeiros das pessoas, isso é uma metáfora bastante condizente com o que acontece com grande parte da população nos dias de hoje.

Primeiramente, quero trazer um levantamento do SPC Serasa, onde 647 pessoas foram ouvidas. 85% dessas pessoas, reconheceram que fazem compras sem planejamento. Isso significa dizer que essas pessoas não controlam seu fluxo de entradas e saídas de maneira assertiva. Quero abordar 2 perspectivas relacionadas a este comportamento sabotador:

A 1ª perspectiva: As pessoas tem, cada vez mais, comprado coisas com base em suas emoções, ou seja, com base em seus desejos e não em suas necessidades. Segundo o mesmo levantamento do SPC, as pessoas estão comprando por impulso para aplacarem dores emocionais relacionadas a baixa autoestima e baixa autoconfiança.

Por isso, muitas vezes, essas pessoas estão entrando em um ciclo de consumismo para fugir da dor emocional e acabam também não encarando suas finanças para não se depararem com outra dor: Os gastos cada vez mais altos em coisas que elas não precisam.

Isso vira um círculo vicioso. As pessoas compram para aplacarem essas dores emocionais, utilizando as compras como um alívio, uma fuga rápida da dor, trazendo um prazer momentâneo que tem cada vez menor duração, fazendo com que ela precise recorrer a este escape cada vez mais e se sentem pior em seguida, pois as dores emocionais retornam e, desta vez, acompanhadas de um passivo maior a se pagar.

Por este motivo, o perfil desta perspectiva, não quer, ou, não está pronto para de frente o que julgam “fracasso” também no campo financeiro.

Assim, acabam não enxergando perspectivas de melhora pela situação que elas próprias provocaram e enterram as cabeças na areia para tentar fugir das sensações ruins, infelizmente, sem nenhum sucesso.

Numa 2ª perspectiva, as pessoas não se sentem seguras, aptas ou competentes para gerirem suas finanças, por enxergarem as finanças como algo desconfortável e que remete a coisas ruins da infância. A diferença deste para o perfil anterior é justamente na ausência do consumismo para aplacar dor.

Este perfil, mesmo não tendo intimidade com orçamentos, por medo de não terem nada no futuro, mantêm suas vidas dentro de um padrão, onde não excedem os gastos, frente as entradas. Este perfil não tem grandes problemas com endividamento, mas, também não tem nenhuma ou possui pouca reserva para o futuro e, quando tem um pouco mais, estão aplicados em lugares que não tem bons rendimentos.

Entende que ambos os perfis, para se tornarem assertivos devem ajustar comportamentos?

O ponto principal para ambos os perfis é trabalhar de dentro para fora. O que quero dizer é que se sua relação com o dinheiro não mudar, sua vida sempre será como é. Seja lá em qual perfil você se encaixe, eu sei que não é isso o que você quer.

Eu entendo muito bem o que é se sentir mal com relação ao dinheiro. Tive um crescimento onde eu criei um padrão financeiro que sempre me emboscava, me fazendo cair em muitas armadilhas e me sentindo mal depois. Quando eu comecei a entender a origem desses comportamentos, eu comecei a agir com foco nas rotinas que me faziam ter resultados ruins e, pouco a pouco, as coisas foram melhorando até que eu mudei completamente minha relação com o dinheiro.

Quando eu digo relação com o dinheiro, não quero dizer que você tem que beijá-lo, muito menos leva-lo para cama. Não é isso.

É entender que você tem que fazê-lo trabalhar para você e deixar de fazê-lo trabalhar contra você.

Creio que a pergunta que você está fazendo agora seja: Mas como eu posso fazer isso?

Você precisa identificar o comportamento que te faz entrar no padrão ruim. Depois disso, entender a origem deste comportamento. O que você acredita sobre a origem destes comportamentos.

Depois, dar significados emocionais diferentes a essas situações e criar novas e mais assertivas rotinas para que você comece a conquistar os objetivos que você merece.

Não estou dizendo que é uma tarefa fácil, porque não é, mas se eu consegui, se dezenas de pessoas que passaram por programas de desenvolvimento comigo conseguiram, você também consegue.

Ter apoio de quem já passou pelo que você está passando e conseguiu vencer será de grande ajuda para que este processo seja mais leve, assertivo e rápido, então, busque essa ajuda. Você merece ter uma relação melhor com você mesmo e com o dinheiro.

                Isso faz sentido para você? Então, pense à respeito, mude a sua postura e viva a vida que você merece. Gostou deste artigo? Então compartilhe este vídeo, com os seus amigos, pelos grupos de whatsApp, para que eles possam ter também acesso a este conteúdo e possam aplicar as sacadas em suas vidas.

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